Bloco idealizado para a celebração da arte marginal e sua história municipal. Belo Horizonte não tinha nem 20 mil habitantes na primeira vez que a Diaba visitou o nosso Carnaval. O Club Diabos de Luneta louvou em seu princípio os trabalhadores (os diabos) e debochou dos aristocratas (os velhos de lunetas). Mas, em 2024, um centenário depois de sua primeira aparição, a Diaba volta transformada: volta como nossa Mãe. Assim, muito esperta, ligou o paredão aos pés do Fórum do Barro Preto e montou um grande baile de rua. Mas nesse retorno Ela não deu muita importância para o Rei Momo – se encantou, foi mesmo, com as joias de outra afiada Coroa. Essa trazia à Diaba Mãe o gostinho arrebatador da Xeque-Mate. Então, às vezes furtiva, às vezes espalhafatosa, nossa Diaba com sua essência de gostosa o suficiente foi pelas ruas da cidade, cuja cultura transformou tanto desde o século XIX, para amplificar sua criatividade infinita. Conheceu gente das mais diversas naturezas: algumas mais discretas, outras mais arteiras. A Diaba Mãe nos fez compreender que quem louva a liberdade honra as raízes. E foi nessa mistura saborosa e perfeita da gente mineira que Ela inspirou a nós, as Diabas de Luneta, a produzir um grande cortejo de folia e festa. Nos inspirou a surpreender o mundo com Seu retorno, com um plano ousado, com sabores únicos. Em 2025, o cortejo à Diaba Mãe se concentra aos pés da Igreja da Floresta e encerra com um grande baile funk na ainda em reforma Sapucaí.
📆 Data: 14/02 (sábado)
⏰ Concentração: 15h
📍 Concentração:
RUA ITAJUBA, 208 – FLORESTA
Dispersão:
RUA SAPUCAI, 281 – FLORESTA








